A partir do momento em que fazemos parte de uma família de praxe, quando começamos a praxar a única coisa em que pensamos é que não queríamos que a nossa família acabasse... Confesso que nunca praxei apenas com esse objectivo, o de ter uma afilhada e depois nunca mais ser a mesma pessoa.
Passados poucos dias de praxe pensei seriamente que não teria nenhuma afilhada, tendo em conta que tinha recusado um pedido e que sabia que as más línguas não me iam deixar em paz, mas lá continuei a ir praxar a e a ser a mesma doutora de sempre.
No dia do primeiro jantar de curso para meu espanto tive dois pedidos, confesso que não estava mesmo nada à espera, mas como é lógico aceite :')
Tenho agora duas afilhadas lindas que adoro mesmo muito...e sinceramente, se as escolhi a dedo, ou se tenho uma preferida (lá estão as "boas" línguas as falar) isso é comigo e com elas!
Sei que elas sabem que estarei aqui para tudo o que elas precisem e serei sempre a mesma :')
Confesso que sempre que falo delas, me encho de orgulho, porque mente quem diz que nunca imaginou como gostava que fossem as as suas afilhadas (os), e as minhas são exactamente como gostava que fossem: vivem a praxe de uma forma correcta, divertem-se imenso e têm respeito por todos os doutores (até por aqueles que menos gostam), saiem, divertem-se, estudam (não vou tecer comentários acerca deste último ponto)!
Agora que já dei continuação à família resta-me orgulha-las da madrinha que têm <3



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Catarina Couto. Com tecnologia do Blogger.

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